Poderia ser mentira,
Uma mentira que agradaria outrém
Porém, vocês são os nossos e de mais ninguém.
Poderiam ter nascido noutros países
Que não fosse nosso São Tomé
Porém, em mais nenhum país se produz
Tais diamantes como as nossas ilhas.
Quinze anos de humildade e persistência
E atingiram o patamar de excelência!
Estamos no centro do mundo
Os olhos vão estar sempre em nós,
De lá vieram tantos:
O sol brilha mais aos Domingos na "Praia Pomba" ao lermos o "Angolares1",
Na companhia de umas "Carambolas"
Ou sentarmos à mesa da "Roça com os Tachos"
Saborear os saberes que nos antecederam
Para apreciar os Calemas de presente e do amanhã.
São muitos que vagueiam nessas ondulações
E quando beijam as areias
É inquestionável a felicidade
sentida na fragrância do "Chá do Príncipe".
Forte é a "Saudade" da "Imigração", que no sangue leva o "Socopé"
E que nesta "Viagem" tenhamos um futuro sem os "Meninos de rua" que labutam "Lá no Água Grande" onde as "negritas batem co'a roupa na pedra".
"Juro que te amo" minha/nossa "Mãe africana" que na dificuldade criam os seus no "Leve leve"
A nossa bandeira é "A herança" da nossa caminhada
E novos degraus estão ao alcance daqueles que vivem esta letra: "Kêlê mbê".
Meus aplausos para esta dupla e pelos 15 anos de carreira
Meus aplausos à cultura
Meus aplausos para todos que enriquecem a cultura de São Tomé e Príncipe!

Por: Ludger Carvalho
Uma mentira que agradaria outrém
Porém, vocês são os nossos e de mais ninguém.
Poderiam ter nascido noutros países
Que não fosse nosso São Tomé
Porém, em mais nenhum país se produz
Tais diamantes como as nossas ilhas.
Quinze anos de humildade e persistência
E atingiram o patamar de excelência!
Estamos no centro do mundo
Os olhos vão estar sempre em nós,
De lá vieram tantos:
O sol brilha mais aos Domingos na "Praia Pomba" ao lermos o "Angolares1",
Na companhia de umas "Carambolas"
Ou sentarmos à mesa da "Roça com os Tachos"
Saborear os saberes que nos antecederam
Para apreciar os Calemas de presente e do amanhã.
São muitos que vagueiam nessas ondulações
E quando beijam as areias
É inquestionável a felicidade
sentida na fragrância do "Chá do Príncipe".
Forte é a "Saudade" da "Imigração", que no sangue leva o "Socopé"
E que nesta "Viagem" tenhamos um futuro sem os "Meninos de rua" que labutam "Lá no Água Grande" onde as "negritas batem co'a roupa na pedra".
"Juro que te amo" minha/nossa "Mãe africana" que na dificuldade criam os seus no "Leve leve"
A nossa bandeira é "A herança" da nossa caminhada
E novos degraus estão ao alcance daqueles que vivem esta letra: "Kêlê mbê".
Meus aplausos para esta dupla e pelos 15 anos de carreira
Meus aplausos à cultura
Meus aplausos para todos que enriquecem a cultura de São Tomé e Príncipe!
Por: Ludger Carvalho
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