"quantas vezes
é preciso dizer-vos
que não quero!?
que não sou numerável...
que não existo!...
na vossa deplorável permanência...
como vos hei-de explicar
a extraordinária mitologia!...
a transbordante exaltação da liberdade...!?
as metáforas e os desígnios
o vento cintilante
o cosmos
e o delírio...?"
Álvaro de Mendonça
in "POESIA, amores perfeitos"
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