Provém desde o primeiro dia em que as mães anunciam a sua gravidez. A partir deste dia as razões de vida e sobrevivência ronda a volta do mais esperado/a, uma criança para dar alegria ao seio familiar tal como a flor mais linda ao jardim. A mãe deveria viver emocionada, o pai orgulhoso da esposa e do seu fruto, mas a realidade não é essa ou se o é, muitas estão cobertas por “cestos”. Só não vêem àqueles que ignoram o que faz o nosso quotidiano, a realidade.
As diversidades é uma constante nos seios familiares, com a situação presente no mundo e sem término previsto, muitos pais abandonam os seus filhos deixando-os em situações de total dependência e a comunidade, também sem apoio estadual vê-se obrigado a negarem apoios. De pequeno é que torce o “pepino”, porem ainda vamos a tempo de mostrar que somos capazes de corrigir.(em actualização)
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