A minha primeira carta de amor...
Foi a tanto tempo que nem sei como o tempo passou.
Composta por palavras amadas,
Frases bonitas e sedutoras.
A minha primeira carta de amor...
Composta por versos simples
Ora por minhas palavras,
Ora por frases de terceiros.
A minha primeira carta de amor...
Escrita com paixão.
A tinta era o sangue do meu coração,
A sua veracidade era inquestionável.
Foi escrita à mão num velho papel.
A minha primeira carta de amor...
Tinha a destinatária, mas sem o remetente.
Nela pedi que não questionasse,
Apenas aceitasse.
A minha primeira carta de amor...
Não dizia quem sou.
Somente demonstrava o amor que dou.
Provinha de um coração apaixonado,
Escrita no quarto à luz do candeeiro.
A minha primeira carta de amor...
Como era difícil escrever uma carta,
Como era difícil dizer "eu amo" a quem a gente adora.
A minha primeira carta de amor...
Foi para dizer-te o quanto te amo!
in "A Minha Palavra", Ludger Carvalho
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Este é um blogue pessoal em que exponho algumas de minhas palavras, excerto dos meus livros e de alguns poetas da lusofonia, vídeos e fotos para todos apaixonados, e não só, pela poesia.
Um blogue de leitura agradável,
Boa leitura!
domingo, 16 de agosto de 2015
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
ONDE ESTÁS
Ao cair da noite,
Cai a minha chapa.
Aí eu me pergunto:
Como pude deixar-te escapar?
Caio na realidade,
Mais uma noite sem ti.
O sol está a despedir-se,
Vem a escuridão
Noite solitária, noite fria
E já nada me atina.
Luto por esta paixão
Sem forças nas mãos.
Conduzo sem ação
Não sei os quilómetros em que viajo,
Estou sem direção.
Talvez as lágrimas ditem a sentença
Da minha face molhada.
Diante do vasto mar,
As lágrimas não fazem diferença
Na imensa água salgada.
Escuto o barulho das ondas
E questiono por onde é que tu andas?
in "A Minha Palavra", Ludger Carvalho
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Aí eu me pergunto:
Como pude deixar-te escapar?
Caio na realidade,
Mais uma noite sem ti.
O sol está a despedir-se,
Vem a escuridão
Noite solitária, noite fria
E já nada me atina.
Luto por esta paixão
Sem forças nas mãos.
Conduzo sem ação
Não sei os quilómetros em que viajo,
Estou sem direção.
Talvez as lágrimas ditem a sentença
Da minha face molhada.
Diante do vasto mar,
As lágrimas não fazem diferença
Na imensa água salgada.
Escuto o barulho das ondas
E questiono por onde é que tu andas?
in "A Minha Palavra", Ludger Carvalho
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